Hoje Fotografei O Manguezal
Eu estava muito empenhado nos estudos sobre o ecossistema de manguezal. Mas eu estava apenas consumindo teorias em livros, então decidi fazer uma pausa para relaxar.
Por isso, fui até o manguezal e contemplei aquilo que estava apenas dentro dos livros. Não fui para complementar as minhas pesquisas. Não! Eu fui para tocar, tatear, contemplar a natureza. Fui para tomar um "banho de floresta".
Lá, não registrei animais, apenas a flora e pequenas embarcações ancoradas. O nome do local para onde me desloquei é Porto Pretinhos do Mangue e fica na minha cidade, Curuçá, no Pará.
Como resultado das minhas pesquisas literárias, já havia encontrado mais de 600 publicações sobre manguezais da costa paraense. A minha cidade possui uma vasta área de manguezal que é protegida por lei. Ela pertence à área de proteção ambiental de uso sustentável chamada Reserva Extrativista "Mãe Grande de Curuçá".
Mas foi sobre outra cidade, uma cidade vizinha chamada Marapanim, que possui a sua própria reserva chamada de "Mestre Lucindo", que encontrei algo bem interessante: um estudo paleoecológico realizado por Evandro A. De S. Magalhães.
O trabalho visou estudar, aproximadamente, 1500 anos da vegetação de mangue em Marapanim-PA. O autor descreveu a alternância de dois gêneros de mangue – a do gênero Avicennia e a do gênero Rhizophora – durante todo esse período estudado. Essa alternância de tempo quer dizer que, a depender das condições climáticas de cada época ou período, um dos dois gêneros de arvores foi o dominante naquele local.
Ok, o texto começou a ficar cansativo...
É, este é o real motivo deste post: revelar a ti, caro leitor, as fotografias abaixo
𖠰⚲⚲ Sendo assim, vamos às fotografias...
\(゚∀゚)/

